De Anónimo a 20 de Abril de 2005
O IPPAR tem coisas engraçadas. Uma vez, dentro de funções que eu na época tinha, depois de passados seis meses após o meu pedido de colocação de uma placa comemorativa numa casa em que vivera um certo escritor, acabei por escrever uma carta aberta ao jornal da terra pedindo desculpa pela falha na comemoração prevista mas que era preciso que entender que o violento impacto ambiental causado por uma pequena placa de pedra exigisse ao IPPAR estudos longos, de meses, até anos. Foi remédio santo. A licença chegou imediatamente e com ela as directivas para a colocação da placa: material da dita e das letras a colocar, dimensões ao milímetro para cada caso. Feita a placa segundo as ordens recebidas do IPPAR, chegou-se à conclusão de que ela pesava tanto que, inevitavelmente destruiria os azulejos da fachada onde deveria ficar presa. Confesso: mandei cortar uma boa fatia na grossura da pedra e resolvi o problema. Felizmente não apareceu ninguém do IPPAR com uma fita métrica na mão. Mas salvei a honra dos conventos: a placa foi colocada, a homenagem ao poeta foi feita e a fachada foi preservada. Gostaram desta história?mariamares
(http://cspalavras.blogs, sapo.pt)
(mailto:mariamares@sapo.pt)
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