Quinta-feira, 6 de Outubro de 2005

A "VOZ" de um povo... (que nunca se calará, 1920-1999)

De manhã, que medo, que me achasses feia!

Acordei, tremendo, deitada n'areia

Mas logo os teus olhos disseram que não,

E o sol penetrou no meu coração.

Vi depois, numa rocha, uma cruz,

o teu barco negro dançava na luz

Vi teu braço acenando, entre as velas já soltas

Dizem as velhas da praia, que não voltas:

São loucas! São loucas!

Eu sei, meu amor,

Que nem chegaste a partir,

Pois tudo, em meu redor,

Me diz qu'estás sempre comigo.

No vento que lança areia nos vidros;

Na água que canta, no fogo mortiço;

No calor do leito, nos bancos vazios;

Dentro do meu peito, estás sempre comigo.


A homenagem do Alentejanices... (com este poema... com que encantou o mundo...)

...quem o cantou?

...como se chama?

...quem o compôs?

...quem o musicou?

António José Ramos às 10:37
link | diz lá tu
3 comentários:
De Anónimo a 9 de Outubro de 2005
Correcto... obrigado e retribuo...AJRamos
</a>
(mailto:antoniojbramos@netcabo.pt)
De Anónimo a 9 de Outubro de 2005
A homenagem do Alentejanices... (com este poema... com que encantou o mundo...)
...quem o cantou? Amália Rodrigues
...como se chama? Barco Negro
...quem o compôs? David Mourão Ferreira
...quem o musicou? Caco velho, Piratini

Espero que esteja tudo bem contigo, um abraço. Albino
Albino
</a>
(mailto:entejo@sapo.pt)
De Anónimo a 7 de Outubro de 2005
Quem o cantou foi sem duvida Amalia Rodrigues, mas já não sei quem o escreveu ou musicou.Cristina Ramos
</a>
(mailto:hcristy71@sapo.pt)

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