De mariana1951 a 11 de Agosto de 2010
Neste Alentejo onde o mar rareia
Onde sopra leve o vento suão
Onde a seara nos presenteia
Com o seu trigo que há-de ser pão

Aqui, onde a terra se assemelha
Ao pôr-do-sol de uma dia quente
Onde a oliveira sua folha espelha
Onde o seu canto é o mais dolente

Neste lugar tão cheio de magia
Onde a andorinha alegre esvoaça
E onde bailam com certa harmonia
A rubra papoila e a loira margaça

O seu habitante que chora e canta
Olha com ternura este seu torrão
Esta Natureza que tanto o encanta
Onde trabalha e ganha seu pão

Há no seu peito somente um desejo
Ao olhar com fé o grande tesouro
De morrer um dia no seu Alentejo
Onde o Sol é quente, onde o Sol é ouro

auris
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