Sábado, 6 de Outubro de 2007

"ECOS" nas "TERRAS BRANCAS"

Após publicação no jornal ECOS deste "ECOS de fora" do leitor José Maria Vaz - Borba, "estalou" uma guerra surda entre os dois jornais.

 

 

Agora e passados alguns meses sobre o referido artigo e motivada pela publicação no ECOS de novos dados sobre esta "guerrinha", eis que o assunto volta a ser debatido em força, pelo menos na blogosfera local.

Segundo o "Terras Brancas" a participação efectuada visa identificar o autor do escrito.

Segundo o "Ecos" a queixa foi porque o autor chamou o "Terras Brancas" de "pasquim".

Pois é, nem nas coisas óbvias as pessoas se entendem, quando disso fazem questão.

Tenho para mim que a razão principal é o abuso com que "escribas" sob a asa do pseudónimo desatam a escrever tudo e o que mais houver para servir outras coisas e outros interesses.

Não me cabe a mim dizer onde está a verdade porque os intervenientes sabem bem onde ela está, o que me indigna é que depois se passe para a opinião pública o que se quer usando páginas de jornais ou se "brade" tantas vezes uma mentira na esperança que ela se transforme em verdade.

Já foi amplamente debatido em dois blogues locais as questões de ambos os lados, como se houvesse dois lados, no entanto não é demais lembrar que existem regras e leis para cumprir mesmo para quem escreve e também para quem apresenta queixas em tribunal.

Parece-me mais, que há quem goste de brincar ao jornalismo, invente factos e personagens e depois, quando a brincadeira fica séria desata a correr para a frente na esperança que se esqueçam que ele existe e poder continuar a brincar com o seu jornal e a servir quem lhe dá o "apoio".

Hoje fico-me por aqui e aguardo com curiosidade as etapas seguintes, pois após a saída da reportagem "ECOS na cadeia" do mês de Outubro, já houve reações dos participantes na rubrica que não terão ficado satisfeitos com a forma como se viram envolvidos na história.

Alentejanices...:
António José Ramos às 13:00
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1 comentário:
De Joaquim Trincheiras a 7 de Outubro de 2007 às 10:13
Em primeiro lugar saúdo o AJRamos que se dignou, também ele, destacar um assunto (entretanto etiquetado de “guerrinha”) que, em minha opinião, é de fácil resolução:

1) há uma jornal que recebe (?) um artigo de opinião para publicar;
2) independentemente do conteúdo desse artigo, o autor está devidamente identificado, a redacção do jornal aceita e publica esse mesmo artigo;
3) da leitura desse artigo, há um terceiro que se considera visado. Dentro do que a lei de imprensa lhe permite, este terceiro solicita ao Tribunal que identifique o autor do artigo de opinião;
4) o Tribunal notifica o jornal onde saiu o artigo de opinião para que forneça os dados do autor;
5) a identificação do autor não aparece (ou não existe!!!).

Assim, havendo um artigo de opinião publicado por um jornal que não tem em sua posse a identificação do autor, a responsabilidade recai sobre o jornal na pessoa do seu director. Ou o director se retracta (como estava acordado) ou o Tribunal decidirá qual a pena a aplicar. Se bem que depois da última tentativa de adulterar a essência desta “guerrinha”, como é evidente na última edição do Ecos, acho que passou a haver pouca margem de manobra para um acordo amigável.

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