Quarta-feira, 20 de Julho de 2005

E agora... Dr. Jorge...

E agora Dr. Jorge?

Quando visitou o Alentejo, pediu-nos que não estivessemos calados, que fizessemos uma tal berraria que se ouvisse em todo o lado, etc, etc, etc. Pois bem, não sei se este meu berrar vai ouvir-se muito longe, mas é o meu e faço o que posso... e pergunto-lhe... e agora Dr. Jorge? Quando uns meses atrás resolveu mudar o governo deste país, motivado por um crescendo de situações que vinham envolvendo o governo e aproveitando a demissão de um ministro, estaria certamente à espera de ganhar as eleições que se seguiriam, só que... isto está a começar a correr mal e para nosso mal ainda vai piorar. Assim, chegou agora a hora de também falar, e pode começar pelos Ministros de Estado, porque repare: O das Finanças (quando ainda o era) publica um artigo e a opinião não é totalmente coincidente com a versão ministro. O dos Negócios Estrangeiros dis publicamente que está em desacordo com o seu Primeiro. Depois diz que não foi bem isso e que a culpa é do jornal. Hoje, somos confrontados com a demissão do "pai" do IVA a 21% e das não portagens para alguns e mais caras para outros (os mesmos de sempre). Não acredito nos cansaços e nos tradicionais motivos familiares para as demissões ministeriais (o tempo me dará razão), mas diga-nos por favor: Qual é a diferença agora em relação à legislatura anterior? ao Governo anterior? À sua posição? Para mim a grande diferença é o barulho que faz o seu silêncio, antes dizia o que estava mal (sua respeitável opinião), agora vai ao estrangeiro dizer a meia dúzia de jornalistas portugueses que não se deve falar da crise porque dá azar.

Temo que venha aí novamente a já tão tradicional fuga à PS "vou-me embora para isto não se transformar num pântano".
Agora (como ele certamente queria), todo o país fala do candidato Freitas do Amaral e de como ele não concorda com o Professor Cavaco candidato, que é candidato da esquerda, do centro, da direita, blá, blá, blá... mas o que é isto, o homem é o "nosso" Ministro dos Negócios Estrangeiros (ainda!!! porque vem aí demissão por motivos pessoais e familiares).

Assim, termino dizendo o que diz um amigo meu destas andanças "jamais engolirei tal sapo" e já agora depois deste meu berrar, por favor

"Mexa-se"

António José Ramos às 23:43
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3 comentários:
De Anónimo a 21 de Julho de 2005 às 19:35
O PS vai ter o que merece nas autárquicas e presidenciais, pois eles MENTEM e são calculistas! Por mim chega de PS, já votei neles como voto útil, mas nunca mais o vou fazer, já que defraudaram sempre as minhas expectativas, pois sempre MENTIRAM sem qualquer vergonha ou complexo. Aliás, apesar de ser de esquerda, garanto que vou votar Cavaco Silva nas presidenciais, pois aquela gente precisa de alguém que lhes faça frente na governação.ISTO QUALQUER DIA PARECE UMA DEMOCRACIA DE PARTIDO ÚNICO! CHEGA DE PS!www
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(mailto:www@hotmail.com)
De Anónimo a 21 de Julho de 2005 às 10:32
Inteiramente de acordo, meu caro.
A seguir às autárquicas temos a saída de Freitas.
A sorte (ou azar) é que até lá está meio País a arder e o outro meio a banhos no Algarve, pelo que nada vai acontecer.
Triste Estado a que chegámos nikonman
(http://pracadarepublica.weblog.com.pt)
(mailto:joao.espinho@netvisao.pt)
De Anónimo a 21 de Julho de 2005 às 00:36
Compreendo a sua tese.
E concordo consigo quando vê sinais de desagregação vindos de dentro do próprio governo.

Creio que, mais uma vez, e infelizmente, já começou a contagem decrescente para vermos mais umas demissões por motivos pessoais.

O mais tardar lá para Outubro.

Enfim. Temos o que merecemos.

E vamos ter o que não desejamos.João
(http://emdirecto.blogspot.com/)
(mailto:alentejodive@yahoo.com.br)

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